Para algumas os trinta já chegaram, outras estão surtando com a proximidade deles, e as mais sortudas ainda brincam com seus vinte e poucos anos. Mas a idade não faz diferença. O que importa é que resolvemos “sair sem calcinha”, tirar máscaras, esquecer rótulos, seguir nossos instintos mais calorosos.  Somos uma mistura de tantos sonhos, algumas frustrações e muita vontade de ser feliz.

calcinhas_time

Natália Calvoso

NataDesigner, nômade, musical, curiosa, temperamental e viciada em seriados. Cheia de histórias e teorias malucas. Sou um misto de timidez e cara de pau. Dificilmente consigo me expressar sem sarcasmo.
Tenho 27, adoro uma festinha e um bar com os amigos, jogar conversa fora e rir de alguma bobagem, apesar de ter uma senhorinha de 96 anos que mora dentro de mim, que às vezes só quer descansar e resmungar um pouquinho.

Priscila Escuissato

Pri_2012Tímida e quietinha em ambientes novos, solta e matraca entre amigos. Muito ligada à família, tem o irmão e as irmãs como grandes confidentes. Adora fazer as coisas sozinha: da barra da calça jeans à montagem do guarda-roupa, só não aprendeu a cozinhar muito bem ainda. E se a vida tivesse trilha sonora a dela seria rock’n’roll. Mais sobre a Pri em: post de estreia e blog pessoal.

Nati Cruz

NatiUma mulher meio menina que ainda brinca. O futebol dos tempos de criança continua. Lidera, escolhe os times, da show de bola, como nos tempos de colégio.
A música é sua melhor amiga. Brinca de violão, transforma o peso dos acordes graves de seu baixo vermelho em suavidade. Sua vida tem trilha sonora. Mulher tímida, mas sempre cercada de amigos. Fiel companheira, com ela eles sabem que podem contar. PEQUENA

Milena Celli

MilenaFotografa para viver. Anda descalça pelo mundo sempre que pode. Não leva peso em viagens. Adora sentir o vento em seu rosto. A beleza da vida está em seus olhos. Ama o verão e todas as aventuras que vem com ele. Prefere não ter hora para voltar.

 

Renata Barp

Sempre teve facilidade de falar dos outros. Sobre ela, cada dia aprende mais. Uma menina que curte rock. Uma mulher que gosta de um bom vinho. Uma romântica que ama velas e por do sol. Uma mãe menina que ama as gargalhadas de seu filho. Uma mulher que ama as comidas de seu companheiro. Uma menina que sente frio na barriga ouvindo a suavidade daquele barulinho que faz quando o lábio superior desgruda do inferior e os dentes aparecem. Uma mulher que pariu na água sem anestesia. Psicóloga que a cada dia ama e se surpreende com o ser humano. Uma mulher que ama estar sozinha com a sua menina. Que adora estar com a casa organizada e limpa lendo um bom livro e esperando os meninos chegarem. Ama seus amigos e um bom show. Ultimamente uma boa música já ta de bom tamanho. Uma mãe preocupada em fazê-lo entender que o mundo pode ser melhor se ele começar por ele mesmo colocar em prática e que ser feliz é possível sim!

 Flá Andreoli

Quando eu tiver setenta anos então vai acabar esta adolescência /vou largar da vida louca e terminar minha livre docência /vou fazer o que meu pai quer começar a vida com passo perfeito /vou fazer o que minha mãe deseja aproveitar as oportunidades de virar um pilar da sociedade e terminar meu curso de direito /então ver tudo em sã consciência quando acabar esta adolescência. (Quando eu tiver setenta anos – Paulo Leminski)

Emilly de Muzio

Aquela pessoa sem tempo que não consegue responder todos os e-mails que estão na sua caixa pessoal. Mas que acredita que as pessoas precisam aprender a valorizar a vida e todos os bons momentos que ela proporciona. Por esse motivo, topou participar de um projeto que através das palavras de diversas pessoas pode trazer algo diferente, feliz e mais divertido para outras vidas.
Sofia Ricciardi
fifa
Atualmente tocando a vida no Canadá, Sofia deixou a vida de jornalista, escritora e blogueira no Brasil meio de lado, mas encontrou no Saia Sem Calcinha uma oportunidade de fazer as pazes com sua amada Língua Portuguesa e voltar a escrever. Ela é, provavelmente, a mais pirralha do grupo, mas finge ser mulher feita e dá pitacos de gente grande.